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Exposições Temporárias

As exposições temporárias representam um importante veículo de dinamização dos museus. O caráter de novidade proporciona, ao lado do trabalho educativo, uma visita mais estimulante ao público visitante. O MNBA recebe um grande número de projetos e dedica uma parte de suas dependências a mostras temporárias, com obras de artistas nacionais e internacionais. Existem cinco programas para a análise dos projetos pela Comissão Científica de Exposições: 

1 – Mostra retrospectivas: artistas consagrados brasileiros e estrangeiros individuais, coletivas, póstumas – artistas até o período moderno;

2 – Mostras de artistas consagrados com mais de vinte anos de atividade, brasileiros e estrangeiros (individuais e coletivas);

3 – Jovens artistas: mostras de artistas consagrados com mais de dez anos de atividade (individuais e coletivas);

4 – Acervo do MNBA: mostra com obras do acervo (individuais e coletivas);

5 – Internacionais: mostras provenientes de intercâmbio com instituições do exterior e com representantes de governos estrangeiros (Consulados, Ministérios da Cultura e outros).

Mostra Ver e Sentir através do Toque: Inclusão social no MNBA

A Exposição Ver e Sentir Através do Toque apresenta parte do material elaborado a partir do acervo artístico do MNBA, em busca da possibilidade de apreciação estética para pessoas com deficiência visual.

O Projeto, iniciado em 2007, previu a confecção de placas táteis em baixo relevo (realizadas pelo Setor de Esculturas da Escola Nacional de Belas Artes – EBA/UFRJ), maquetes e placas em EVA. Alunos cegos do Colégio Pedro II e da Escola Municipal Helena Antipoff foram convocados para submeter o material à experimentação, bem como foram realizados, em 2008 e em 2015, Seminários sobre Acessibilidade no MNBA.

A Exposição teve o apoio da Secretaria da Pessoa com Deficiência (RJ), que forneceu os textos em Braille, orientou a montagem da exposição e o pessoal do receptivo do museu, no que se refere à acessibilidade de todos os públicos.

Através da possibilidade de apreciação estética, buscamos com que a pessoa cega ou com baixa visão seja acolhida na sua subjetividade, para além da sua deficiência. A experiência com a arte amplia a percepção, colocando todos, cegos e videntes, como protagonistas de um mundo plural, diverso e coletivo.