Novidades do Museu

MNBA com visitação de grátis até o final de janeiro

Uma boa notícia para você, querido (a) visitante.

Por causa das comemorações dos 80 anos de criação do MNBA, a visitação será gratuita até o dia 31 de janeiro.

Anote aí:

Visitação: terça até sexta de 10h às 18h; sábado, domingo e feriado de 13h às 18h.

Venha nos visitar!

 

Lançamento do livro Alegoria às Artes – Leon Palliére no MNBA

No próximo dia 13 de janeiro, sexta,  comemorando os 80 anos de criação do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC,  será lançado a publicação “Alegoria às Artes –  Leon Pallière”,  de múltipla autoria, retratando o processo de restauração e a pesquisa histórica da monumental tela “Alegoria às Artes”,  atualmente em exposição no MNBA.

Encomendado pelo então diretor da Academia Imperial de Belas Artes(AIBA),  Manuel de Araújo Porto-Alegre,  a pintura de Leon Pallière mede 297 x 410 cm e foi produzida em 1855 para decorar o teto da biblioteca da Academia,  construída em 1826 e inexplicavelmente demolida entre 1937 e 1938. 

Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira(Rio de Janeiro, 1823/Paris 1887) estudou no ateliê de François-Edouard Picot, na capital francesa, e aos 25 anos retornou ao Brasil, tendo ingressado na Academia Imperial de Belas Artes.  O artista conquistou um Prêmio de Viagem ao Exterior e pôde assim aperfeiçoar  sua arte na Itália. 

Por seu lado,  a AIBA foi a primeira instituição de ensino oficial da arte no Brasil e seu pórtico se encontra no Jardim Botânico do Rio de Janeiro desde os anos 1940. .

A pesquisa histórica do livro, que começou a ser elaborado em paralelo ao restauro da tela,  iniciado em 2014, foi desenvolvida pelos pesquisadores Pedro Xexéo e Adriana Clen.  Entre outras descobertas,  a dupla confirmou que a tela não foi pintada na Itália e sim sob a supervisão do então diretor da Academia Imperial de Belas Artes,  o critico de arte e artista plástico Araujo Porto Alegre, aqui no Rio de Janeiro.

Outro levantamento dos pesquisadores concluiu que provavelmente a tela foi deslocada no 1º semestre de 1909 para o prédio da Escola Nacional de Belas Artes,  que atualmente abriga o Museu Nacional de Belas Artes. 

Um capítulo importante da publicação,  de autoria da restauradora Larissa Long,  aborda a história da criação do laboratório da restauração do MNBA,  no tempo da diretora Maria Elisa Carazzoni, no inicio dos anos 1970.

Para o museólogo Pedro Xexéo,  esta obra e mais os retratos que foram feitos por Leon Pallière representam as únicas obras sobreviventes que decoravam o prédio da AIBA, e representam “um importante testemunho desta época do século XIX,  de grande relevância para a formação da cultura brasileira”.

O livro “Alegoria às Artes –  Leon Pallière”,  foi escrito por Pedro Xexéo,  Adriana Clen,  Wallace e Denise Guiglemeti, Guadalupe Campos, Antonieta Middea, Fernando Vasques e Larissa Long.  A publicação da Contra-capa editora e possui 218 páginas.


Evento:  lançamento do livro “Alegoria às Artes –  Leon Pallière” – Editora Contra-capa

Data: dia 13 de janeiro, às 18h.

Endereço:  MNBA – av. Rio Branco, 199 – Cinelândia tel: 3299-0600

Entrada franca

Exposição mostra as idéias e projetos do arquiteto Grandjean de Montigny para o Rio de Janeiro

Abrindo a agenda de exposições de 2017,  o MNBA/IBRAM/MINC inaugura no dia 13 de janeiro a mostra “Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX - Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção”.  A data marca os 80 anos de criação do MNBA, em 1937, por  Getulio Vargas.

No bojo de  um aparelhamento administrativo para o Rio de Janeiro, que recebeu a família Real e a corte portuguesa  a partir de 1808, os traços do arquiteto francês Grandjean de Montigny desempenharam um papel relevante pelas transformações e adaptações produzidas na paisagem da cidade, visando se adaptar ao novo status adquirido. 

Grandjean de Montigny(Paris, 1776- Rio de Janeiro, 1850) desembarcou por aqui em 1816,  integrando a Missão Artística Frances,  chefiada por Joaquim Lebreton.  Alguns de seus outros companheiros foram Nicolas Taunay,  Debret,  Pradier,  Ferrez entre outros.

Possuindo uma robusta formação,  que incluía aulas na Academia de Arquitetura de Paris e estudos na Academia de França em Roma,  além de muitas premiações, Montigny projetou obras que marcaram profundamente a arquitetura do Rio,  como a Academia Imperial de Belas Artes(da qual o MNBA é herdeiro de boa parte do acervo), o prédio da Praça do Comércio, atual Casa França-Brasil, o Solar Grandjean de Montigny(na PUC-RJ), bem como diversos chafarizes, como os de Benfica, da rua São Clemente e o da Carioca(já demolido). 

Tendo em vista a expansão da cidade e a interligação entre áreas diversas da urbe, Grandjean de Montigny  pensou a reordenação de algumas ruas do centro, a construção de palácios e do Senado do Império,  e uma ligação do Passeio Público com bairros que começavam a surgir,  como Botafogo  e Laranjeiras.

Para as curadoras da mostra “Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX - Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção”, Laura Abreu e Claudia Ribeiro,  a idéia é fazer com que o visitante percorra um Rio de Janeiro do inicio do século 19, numa perspectiva de visão do mar para o verde das montanhas que emolduram a sua inesquecível paisagem.

E também observar as transformações perpretadas numa cidade colonial que embalava seu crescimento por abrigar a sede do Império português,  mudando para sempre a realidade pré-existente. 

A exposição exibe originais do acervo do MNBA e reprodução de obras da Biblioteca Nacional,  Museu D. João VI(da EBA/UFRJ), e do Arquivo Nacional.  O MNBA possui a maior coleção pública, são cerca de 240 obras,  de Grandjean de Montigny.

Exposição  Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX - Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção

Abertura:  dia 13 de dezembro,  às 12 h

Período:  13 de janeiro de 2017  até  2 de abril de 2017.

Visitação:  terça até sexta de 10h às 18h;  sábado, domingo e feriado de 13h às 18h.

Ingressos:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia – tel:  3299-0600.

Visite:  www.mnba.gov.br  ou  www.facebook.com/MNBARio

Joaquim Lebreton e a Missão Francesa no MNBA

Em comemoração aos 200 anos da chegada da Missão Artística Francesa ao Brasil,  o Museu Nacional de Belas Artes/IBRAM/MINC  inaugura no próximo dia 14 de dezembro, a partir das 12h,  a exposição Joaquim Lebreton - do cenário artístico em 1816 à Missão Francesa no Rio de Janeiro.

Um dos aspectos interessantes da curadoria de Monica Xexéo e Amandio Miguel,  ambos pesquisadores do MNBA, é uma abordagem de cunho orgânico sobre a rica e importante trajetória da Missão Artística Francesa e seus desdobramentos para a construção do inventário da arte brasileira.

Reunindo cerca de 50 obras,  entre pinturas,  esculturas, desenhos e documentos,  a mostra está dividida em quatro módulos. No primeiro, somos levados aos antecedentes da saída do príncipe regente, em 1807.

Na sequência, o capítulo da Escola Fluminense reflete o cenário artístico que já se desenvolvia no Rio de Janeiro quando da chegada da corte portuguesa.  São desta fase os trabalhos de Leandro Joaquim, Manuel Dias de Oliveira e José Leandro de Carvalho, por exemplo.

O módulo seguinte se volta para Joaquim Lebreton, um renomado intelectual francês, que foi convidado pelo Conde da Barca(então ministro da corte portuguesa) para chefiar  a Missão Francesa,  trazendo a bordo um relevante acervo artístico,  com obras de Corrado Giaquinto e Jusepe de Ribera, entre outras.

Finalmente, o último segmento apresenta uma significativa coleção dos integrantes da Missão Artística Francesa,  que constituiu um legado para a construção de um ensino oficial da arte no país.  Cabe lembrar que a Missão tinha por objetivo implantar o ensino artístico oficial no país, quando desembarcou no Rio de Janeiro, em 1816.

A mostra Joaquim Lebreton - do cenário artístico em 1816 à Missão Francesa no Rio de Janeiro congrega alguns importantíssimos acervos públicos, destacando a presença de obras de Taunay, Leandro Joaquim, Marc Ferrez, Pradier, Marc Ferrez, Grandjean de Montigny e Corrado Giaquinto, entre outros.

O Museu Nacional de Belas Artes responde pela  maioria das obras expostas, porém trabalhos relevantes da coleção do Museu Histórico Nacional,  da Fundação Biblioteca Nacional e do Museu D. João VI(EBA/UFRJ), completam este extraordinário painel sobre um dos capítulos mais importantes da cultura brasileira.

Exposição Joaquim Lebreton - do cenário artístico em 1816 à Missão Francesa no Rio de Janeiro

Abertura:  dia 14 de dezembro,  às 12 h

Período:  14 de dezembro de 2016  até 16 de abril de 2017

Visitação:  terça até sexta de 10h às 17h;  sábado, domingo e feriado de 13h às 17h.

Ingressos:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma familia) a R$ 8,00.  Grátis aos domingos.

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