Novidades do Museu

Oficina – Bonecas Abayomi: vivências de cultura afro-brasileira. 19/05/2018 – 14:00h às 15:30

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Oficina que valoriza a realidade multirracial brasileira através da confecção de boneca Abayomi. Uma boneca negra, feita a partir de retalhos trançados, enrolados e amarrados, contando apenas com tesoura, sem cola e costura. Nas palavras de sua criadora, Lena Martins, “uma bandeira poética”, uma forma de construir identidades e maneiras de ser e fazer arte com o que a vida nos oferece. Vagas limitadas a 20 (por ordem de chegada).

Orgulho do MNBA, Coleção Eugène Boudin volta a ser exposta

O acervo de 20 pinturas de Louis Eugène Boudin(1824 - 1898) pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes é o maior numa instituição pública fora da França. Sua importância para a história da arte é seminal: Boudin é considerado um dos precursores do movimento pré-impressionista.

No dia 25 de julho, terça, às 15 h, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC e o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro, em parceria, abrem a exposição O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim.

Criado em 1937, o MNBA é herdeiro de uma significativa coleção doada para Escola Nacional de Belas Artes, em 1922, pelos barões de São Joaquim, casal aristocrata da cafeicultura. Naquele tempo, o Brasil passava por uma ruptura com a Semana de Arte Moderna e também se comemorava e centenário da independência da sua independência.  

A exposição O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim, reúne 24 obras, sendo 22 telas e 2 desenhos, centrada nas telas de Boudin, além de outros artistas franceses deste acervo, como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin, por exemplo.

Em 1874, Louis Eugène Boudin integrou a famosa exposição em Paris que deu inicio ao impressionismo, reunindo nada menos do que Monet, Renoir e Alfred Sisley, entre outros nomes de vanguarda da época, num momento de reflexão e confrontação com a arte acadêmica de então.   

Suas telas retratam paisagens campestres e marinhas. Com vinte anos, Boudin iniciou seus desenhos, tendo sido posteriormente professor de Claude Monet, a quem influenciou artísticamente.

Os trabalhos de Boudin, no MNBA, percorrem toda a trajetória artística do pintor francês, cobrindo um período superior a 35 anos de sua produção.

Comentando a questão do colecionismo, a diretora Monica Xexéo lembra que “o colecionador de arte tem papel fundamental na construção dos acervos dos museus. O próprio MNBA é herdeiro de um conjunto significativo de obras de arte, reunidos a principio por colecionadores brasileiros”.

Exposição: O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim

Período: 25 de julho de 2017 até 13 de janeiro de 2019

Visitação: Terça a sexta: das 10h às 18h. Sábados, domingos e feriado: das 13h às 18h.

Ingressos: R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes/MNBA: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia

Tel: (21) 3299-0600

Visite a nossa fanpage: www.facebook.com/MNBARio.

Orgulho do MNBA, Coleção Eugène Boudin volta a ser exposta

 

O acervo de 20 pinturas de  Louis Eugène Boudin(1824 - 1898) pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes  é o maior numa instituição pública fora da França.  Sua importância para a história da arte é seminal:  Boudin é considerado um dos precursores do movimento pré-impressionista.

No dia 25 de julho, às 15 h,  o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC  e o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro, em parceria,  abrem a exposição O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim

Criado em 1937, o MNBA é herdeiro de uma significativa coleção doada para Escola Nacional de Belas Artes, em 1922,  pelos barões de São Joaquim, casal aristocrata da cafeicultura.  Naquele tempo,  o Brasil passava por uma ruptura com a Semana de Arte Moderna e também se comemorava e centenário da independência da sua independência.   

A exposição O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim,  reúne  24 obras,  sendo 22 telas e 2 desenhos,  centrada nas telas de Boudin,  além de outros artistas franceses deste acervo,  como Alfred Sisley,  Edouard  Detaille e François Bonvin,  por exemplo.

Em 1874,  Louis Eugène Boudin integrou a famosa exposição em Paris que deu inicio ao impressionismo,  reunindo nada menos do que MonetRenoir e Alfred Sisley,  entre outros nomes de vanguarda da época,  num momento de reflexão e confrontação com a arte acadêmica de então.      

Suas telas  retratam paisagens campestres e marinhas. Com vinte anos,  Boudin iniciou seus desenhos, tendo sido posteriormente professor de Claude Monet,  a quem influenciou artísticamente.   

Os trabalhos de Boudin, no MNBA,  percorrem toda a trajetória artística do pintor francês, cobrindo um período superior a 35 anos de sua produção.

Comentando a questão do colecionismo,  a diretora Monica Xexéo lembra que  “o colecionador de arte tem papel fundamental na construção dos acervos dos museus.  O próprio MNBA é herdeiro de um conjunto significativo de obras de arte,  reunidos a principio por colecionadores brasileiros”.  

 

Exposição:  O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim

Abertura:  dia 25 de julho,  quarta,  às 12:30h

Período:  de 25 de julho de 2017 até 2 de dezembro de 2018

Local: Sala Taunay

Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.

Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  GRÁTIS AOS DOMINGOS.  Telefone: (21) 3299-0600

 

 

Exposição fotográfica homenageia o Cardeal do Rio de Janeiro

Dom Orani João Tempesta completou 20 anos de ordenação episcopal em 2017

A partir do dia 6  de julho, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC, em parceria com o Vicariato para Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, vai exibir cerca de 130 imagens e alguns objetos na exposição fotográfica ‘Que todos sejam Um’(Ut Omnes Unum Sint, em latim), título do lema episcopal do Arcebispo Metropolitano da cidade,  o carismático Cardeal Orani João Tempesta.

O evento se volta para os 20 anos de bispado de Dom Orani e os seus oito anos à frente da Arquidiocese do Rio de Janeiro.  

 “A exposição será dividida em quatro módulos, que mostrarão o incansável trabalho deste paulista de São José do Rio Pardo(1950),  nos mais diversos contrastes e realidades da cidade, segundo a ótica e pelas lentes do fotógrafo carioca Gustavo de Oliveira”, explica o cônego Marcos Willian Bernardo,  assessor da Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese do Rio.

Na mostra, o público vai poder apreciar imagens de Dom Orani no seu relacionamento com  comunidade,  um outro segmento apresenta sua Ordenação de Bispo;   o cardeal no seu cotidiano; e, finalmente,  a temática específica da Jornada Mundial da Juventude,    evento de proporções gigantescas que tornou o Rio de Janeiro uma metrópole global,  contando com a inesquecível presença do Papa Francisco, em 2013.  

Co-curador  da mostra ‘Que todos sejam Um’ e pesquisador do Museu Nacional de Belas Artes,  Amândio Miguel  ressalta que a exposição é uma crônica fotográfica de Dom Orani Tempesta e a cidade do Rio de Janeiro”.  

Serviço:

Exposição fotográfica “Que todos sejam um”(Ut Omnes Unum Sint, em latim)

Abertura:  dia 6 de julho,  às 18h.

Período:  6 de jullho até 12 de novembro

Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.

Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 

GRÁTIS AOS DOMINGOS. 

O MNBA fica na avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia.

Telefone: (21) 3299-0600

Facebook:  MNBARio /  Site:  www.mnba.gov.br

Assessoria de imprensa do MNBA:  3299-0638  Nelson Moreira  Junior

Assessoria de imprensa de D. Orani:  2292-3132 e 99997-1912 - Paulo Ubaldino

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